Os processos conhecidos como “primavera árabe” continuam se constituindo como um imenso desafio para a esquerda, que defendem diversas posições.
O Egito volta a ser o palco de intensas convulsões sociais, que estão colocando em xeque o governo de Mohamed Mursi. Desde os enfrentamentos do final de 2012 - quando milhares de manifestantes se levantaram contra a tentativa do presidente Mursi de ampliar seus poderes na nova Constituição, forçando-o a retirar a medida -, a instabilidade do governo chefiado pela Irmandade Muçulmana através do Partido da Liberdade e Justiça aumenta.
Por 131 a favor, 9 contra e 41 abstenções a Assembléia Geral da ONU admitiu em 23/11 a Palestina como “estado observador”.
A velha consigna que gritavam centenas de milhares contra a ditadura de Mubarak no início de 2011 volta a ressoar com toda sua força nas ruas de Cairo e nas principais cidades do Egito...
No dia 8 de agosto, o bairro Saladino – fortaleza dos rebeldes – sofreu, após dias de bombardeamentos, a ofensiva generalizada do exército que nos dias prévios havia concentrado 20 mil efetivos nas periferias de Alepo.
O destino de nosso povo e nossa nação depende desta batalha". Assim resumiu o ditador AL Assad a importância que tem nesse momento a "batalha de Alepo", a segunda cidade mais importante da Síria.
Milhares de manifestantes tem saído às ruas desde o último sábado nas principais cidades do Egito logo após saberem o resultado do julgamento do ex-ditador Hosni Mubarak pelo assassinato de cerca de mil manifestantes...
Próximo a se completar um ano do início das mobilizações contra o regime ditatorial de Bashar al-Assad, o exército sírio tem lançado uma brutal ofensiva sobre as cidades opositoras...
Os violentos incidentes em Port Said após uma partida de futebol não foram mais um enfretamento entre simpatizantes de dois times rivais mas algo que emerge de uma situação instável e repleta de profundas contradições sociais e políticas.
LIT-QI, corrente encabeçada pelo PSTU do Brasil, publicou uma nova nota em polêmica com a nossa corrente: "Onde está a revolução e a contra-revolução na Líbia?"...
Há dez meses das mobilizações de janeiro-fevereiro de 2011 que derrubaram o ditador Mubarak, uma terceira onda de mobilizações e enfrentamentos com as forças de segurança sacudiu as imediações da emblemática Praça Tahrir.
Há quase um ano das mobilizações de janeiro-fevereiro que acabaram com a ditadura de 30 anos de Hosni Mubarak, uma vez mais milhares de pessoas saíram às ruas no Egito para exigir o fim do Governo do Conselho Supremo das Forças Armadas
Nos dias 28 e 29 de novembro realizou-se no Cairo, em Alexandria e outras regiões a primeira fase das eleições legislativas, que em um complexo mecanismo de eleições regionais divididas em três fases terminará no início de março.
A crise política no Egito atinge um ponto tão agudo que, após a renúncia do Ministro da Cultura, Emad Abu Ghazi, devido à violência da repressão militar, numa tentativa de desviar a raiva popular, anunciou que o Governo interino do país, encabeçado por Essam Sharaf...
Basta de repressão, perseguições e assassinatos.
Castigo aos culpados pela repressão.
Viva a mobilização dos trabalhadores, a juventude e o povo do Egito.
O processo líbio, em especial a partir da intervenção da OTAN, abriu um amplo debate na esquerda internacional. A sangrenta morte de Kadafi fez retomá-lo em torno do balanço do sucedido até agora e a política a ser levantada pelos marxistas.
As raízes dos desequilíbrios no Egito têm uma origem profunda, liberando a energia de contradições acumuladas em décadas, e começam a mostrar que nem mesmo a válvula de “transição” do Conselho Supremo das Forças Armadas se encontra à altura de conter.
No dia 25/07 publicamos o artigo “a OTAN busca assegurar-se do controle da Líbia”, no qual buscamos fazer uma primeira avaliação da tomada de Trípoli por parte dos rebeldes, assim como de suas conseqüências políticas.
Depois de cinco meses de bombardeios da OTAN em que a situação parecia estar em meio a um pântano o regime de Kadafi se desmoronou.
“Nossa revolução continua”, esta foi uma das principais consignas da última “sexta-feira da ira” no dia 8/7 que convocou centenas de milhares de pessoas em Tahrir para exigir que se acelerem os processos contra Mubarak...
O ano de 2011 começou com uma onda de levantamentos e mobilizações operárias e populares. Embora o epicentro da intervenção do movimento de massas esteja no mundo árabe e mulçumano, onde estão em curso distintos processos revolucionários, sua repercussão está alcançando outras regiões do planeta, ainda que esteja se expressando em ações com menor grau de profundidade e radicalização.
A continuidade dos protestos e onda de greves no Egito representa um dos principais problemas do Conselho Supremo das Forças Armadas.
A recente onda de levantamentos de massas no mundo árabe teve, entre outros, o mérito de recolocar o debate sobre a revolução, e todos os problemas teóricos e práticos que ela suscita.
No dia 19 de março uma coalizão de potencias ocidentais encabeçada pelos Estados Unidos, França e Grã Bretanha, com o apoio dos governos pró-imperialistas da Liga Árabe e com a cobertura da ONU, começou um ataque militar contra a Líbia.
USP | Fora a polícia da Universidade!
Nas últimas semanas vários ataques aos lutadores sociais vieram à tona. Assassinato de Cícero Guedes e Regina dos Santos Pinho, dois trabalhadores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
A nova ação truculenta da polícia na USP, desta vez mostrando seu racismo mais reacionário ao agredir o estudante Nicolas da EACH por ser negro, explicita diante de toda a sociedade de maneira mais cristalina os motivos de fundo da enorme luta que se desatou na USP no ano passado...
Os estudantes da USP em luta têm uma série de inimigos a enfrentar. Em primeiro lugar a Reitoria e sua burocracia acadêmica, mas também o governo do Estado dirigido por Geraldo Alckmin (PSDB) e a imprensa de direita, que faz um serviço sujo para isolar o movimento da opinião pública.
Chile: Viva a luta de estudantes e trabalhadores!
A paralisação nacional portuária no Chile, por mais de 20 dias, culminou num triunfo histórico para os trabalhadores chilenos.
O A-90, em 2011 foi parte da importante luta que o movimento estudantil secundarista e universitário levantou pela educação gratuita, a qual chegou a ser apoiada por 80% da população.
A USACH (Universidad de Santiago de Chile) é a terceira universidade mais tradicional do Chile, atrás apenas da Universidad de Chile (de onde era Camila Vallejo, do PC Chileno, que era presidenta da FECH, entidade que seria como os DCE´s no Brasil) e da Universidad Católica (de onde era Giorgio Jackson, da FEUC, que ficou amplamente conhecido internacionalmente por ser a segunda figura).
FIT | Argentina Eleições 2011
Esta carta foi entregue em mãos às distintas direções do PO e Izquierda Socialista na última quarta-feira, 15 de fevereiro.
Entrevista a Cristian Castillo, dirigente nacional do PTS e candidato a vice-presidente pela Frente de Esquerda e dos Trabalhadores (FIT)
Estado Espanhol

No quinto ano da crise capitalista, todos os analistas econômicos convergem em assinalar que para o Estado Espanhol, “o pior ainda está por vir”.
Não às prisões e à repressão aos trabalhadores! Nacionalização das minas sob controle operário!
NPA | França

Em um momento no qual o problema do desemprego é uma das principais preocupações dos trabalhadores e jovens da França, os militantes da Corrente Comunista Revolucionária do NPA de distintas faculdades de Paris, junto a estudantes independentes, nos propusemos construir um coletivo interfaculdades...
Ao fechamento desta edição [do La Verdad Obrera, jornal do PTS argentino] companheiros/as estudantes se haviam feito presentes na fábrica da Peugeot SA da cidade de Aulnay para entregar aos operários 1.130 euros arrecadados em várias faculdades de Paris como aporte ao fundo de greve.
A direção saliente ganhou uma ajustada maioria em base a um texto que prepara as condições para um agravamento da crise.
A Primavera Árabe
Os processos conhecidos como “primavera árabe” continuam se constituindo como um imenso desafio para a esquerda, que defendem diversas posições.
O Egito volta a ser o palco de intensas convulsões sociais, que estão colocando em xeque o governo de Mohamed Mursi. Desde os enfrentamentos do final de 2012 - quando milhares de manifestantes se levantaram contra a tentativa do presidente Mursi de ampliar seus poderes na nova Constituição, forçando-o a retirar a medida -, a instabilidade do governo chefiado pela Irmandade Muçulmana através do Partido da Liberdade e Justiça aumenta.
Por 131 a favor, 9 contra e 41 abstenções a Assembléia Geral da ONU admitiu em 23/11 a Palestina como “estado observador”.
Cuba
Um debate com o artigo “Yoani Sanches e a esquerda tico e teco” postado no blog PSTU/Contagem
O Congresso parece ter significado um éxito político relativo para Raul e sua equipe ao aprovar o plano econômico dos “Alinhamentos”, votar mudanças políticas e conseguir uma composição favorável na cúpula do PC para o bloco dos militares e tecnocratas.
A corrente encabeçada pelo PSTU do Brasil publicou a declaração “Chamamos a rodear de solidariedade os trabalhadores e o povo cubano” (3/04), fundamentada em sua caracterização de que Cuba faz tempo já é plenamente capitalista...
Crisis capitalista mundial
Na última terça-feira, dia 26 de março, os Coletivos Feministas Garçes e ROSA, junto ao Coletivo de Estudantes Solidários aos Trabalhadores em Luta, organizaram na Escola de Ciência Política de Paris
A chanceler Angela Merkel, junto ao FMI e ao BCE conseguiram impor in extremis condições econômicas draconianas e humilhantes à soberania nacional do Chipre...
A decisão da União Europeia (UE) e do governo cipriota de confiscar diretamente uma parte dos depósitos dos pequenos correntistas assinala um salto na voracidade...
A Fração Trotskista-Quarta Internacional está conformada pelo PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas) da Argentina, a LTS-CC (Liga de Trabajadores por el Socialismo - Contracorriente) do México, a LOR-CI (Liga Obrera Revolucionaria por la Cuarta Internacional) da Bolívia, a LER-QI (Liga Estratégia Revolucionária) do Brasil, o PTR-CcC (Partido de Trabajadores Revolucionarios) do Chile, a LTS (Liga de Trabajadores por el Socialismo) da Venezuela, a LRS (Liga de la Revolución Socialista) da Costa Rica, Clase Contra Clase do Estado Espanhol, simpatizantes da FT no Uruguai, Grupo RIO, seção simpatizante na Alemanha e Militantes da FT na CCR/Plataforma Z do NPA da França.
Para entrar em contato conosco, escreva-nos a: contacto@ft-ci.org