<?xml 
version="1.0" encoding="utf-8"?><?xml-stylesheet title="XSL formatting" type="text/xsl" href="https://ft-ci.org/spip.php?page=backend.xslt" ?>
<rss version="2.0" 
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
>

<channel xml:lang="es">
	<title> Fracci&#243;n Trotskista Cuarta Internacional </title>
	<link>http://www.ft-ci.org/</link>
	<description></description>
	<language>es</language>
	<generator>SPIP - www.spip.net</generator>
	<atom:link href="https://ft-ci.org/spip.php?id_auteur=364&amp;page=backend" rel="self" type="application/rss+xml" />




<item xml:lang="pt_br">
		<title>Petroleiros tentaram derrotar a privatiza&#231;&#227;o e avan&#231;am em organiza&#231;&#227;o</title>
		<link>https://ft-ci.org/Petroleiros-tentaram-derrotar-a-privatizacao-e-avancam-em-organizacao</link>
		<guid isPermaLink="true">https://ft-ci.org/Petroleiros-tentaram-derrotar-a-privatizacao-e-avancam-em-organizacao</guid>
		<dc:date>2013-10-24T15:41:08Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Isabelle de Moraes, Leandro Lanfredi</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Isabel Infanta</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> LER-QI (Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria) do Brasil </dc:subject>
		<dc:subject>Brasil: Un gigante se despierta</dc:subject>
		<dc:subject>Liliana Ogando Calo</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Das 23h do dia 16/10 at&#233; o dia 23 ou 24 segundo a unidade os petroleiros fizeram sua maior greve desde 1995.. Uma greve pol&#237;tica que parou todas refinarias e praticamente todos terminais e plataformas. Os petroleiros n&#227;o compraram o discurso de Dilma, Lula e do PT que o leil&#224;o de Libra n&#227;o seria uma privatiza&#231;&#227;o.&lt;/p&gt;

-
&lt;a href="https://ft-ci.org/Articulos-en-portugues" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en portugu&#233;s&lt;/a&gt;

/ 
&lt;a href="https://ft-ci.org/America-Latina" rel="tag"&gt;Am&#233;rica Latina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Movimiento-Obrero" rel="tag"&gt;Movimiento Obrero&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Tapa-Central" rel="tag"&gt;Actualidad&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Analisis" rel="tag"&gt;An&#225;lisis&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Isabel-Infanta" rel="tag"&gt;Isabel Infanta&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Brasil-101" rel="tag"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/LER-QI-Liga-Estrategia" rel="tag"&gt; LER-QI (Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria) do Brasil &lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Brasil-Lucha-contra-el-aumento-del" rel="tag"&gt;Brasil: Un gigante se despierta&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Liliana-Ogando-Calo-253" rel="tag"&gt;Liliana Ogando Calo&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://ft-ci.org/local/cache-vignettes/L150xH82/arton7165-6d5c4.jpg?1696674724' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='82' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Isabelle de Moraes e Leandro Lanfredi, petroleiros do Rio de Janeiro e Duque de Caxias&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Das 23h do dia 16/10 at&#233; o dia 23 ou 24 segundo a unidade os petroleiros fizeram sua maior greve desde 1995.. Uma greve pol&#237;tica que parou todas refinarias e praticamente todos terminais e plataformas. Os petroleiros n&#227;o compraram o discurso de Dilma, Lula e do PT que o leil&#224;o de Libra n&#227;o seria uma privatiza&#231;&#227;o. Vimos tamb&#233;m v&#225;rios terceirizados fazendo greve conjuntamente ou expressando esse desejo, entendendo a import&#226;ncia de lutar por esta pauta. Essa categoria conhece bem as amea&#231;as de privatiza&#231;&#227;o do per&#237;odo do FHC e atenta para repeti&#231;&#227;o desse filme, n&#227;o limitou-se a chorar decepcionada pelas ilus&#245;es que nutriam no governo do PT e foi &#224; luta. Uma luta que n&#227;o foi levada at&#233; as &#250;ltimas consequ&#234;ncias pelas dire&#231;&#245;es sindicais mas que marcou um despertar &#224; luta pol&#237;tica e &#227; greve de milhares de petroleiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FUP (Federa&#231;&#227;o &#218;nica de Petroleiros) depois de passar anos calada diante dos leil&#245;es sem impulsionar uma manifesta&#231;&#227;o a respeito, se tanto enviando um dirigente a algum ato, decidiu quase n&#227;o havendo mais tempo, construir essa greve e centr&#225;-la nesta campanha. Apesar da FUP fazer parte da CUT e, portanto, apoiar o governo Dilma e o PT a afronta que foi esta privatiza&#231;&#227;o fez mesmo esta federa&#231;&#227;o, ligada por mil e um la&#231;os &#227; dire&#231;&#227;o capitalista da empresa, a ir &#227; greve e mesmo recorrer a m&#233;todos combativos como piquetes e tranca&#231;os. Se a FUP n&#227;o o fizesse havia um risco para ela que os petroleiros fariam esta greve contra a federa&#231;&#227;o. &#201; uma mostra de que o alinhamento da burocracia sindical com &#8220;seu&#8221; governo n&#227;o &#233; autom&#225;tico, ela precisa tamb&#233;m se preservar e mostrar &#227; base que pode lutar. Por&#233;m, apesar das divis&#245;es dos sindicatos da FUP (como em Caxias) ou da pr&#243;pria federa&#231;&#227;o, quando se trata de rapidamente aprovar um acordo, desmontar uma greve, e impedir que avance o questionamento ao governo, atuam todos em un&#237;ssono. A FUP entrou no movimento, fez greve, piquete, mas n&#227;o moveu toda sua for&#231;a para que a luta contra o leil&#224;o fosse uma causa nacional. N&#227;o exigiu nada da CUT, nenhum ato de solidariedade, nenhum atraso, paralisa&#231;&#227;o junto aos petroleiros. A luta n&#227;o foi mais s&#233;ria e n&#227;o colocou um risco maior ao governo porque a FUP e a CUT n&#227;o compraram esta briga para fora das portas da Petrobr&#225;s. N&#227;o foi feito uma m&#237;nima tentativa de unificar a luta dos petroleiros com a luta dos professores do Rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FNP (Federa&#231;&#227;o Nacional de Petroleiros)&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb1&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;A FNP foi fundada depois do racha ocorrido na FUP quando esta defendeu a (&#8230;)&#034; id=&#034;nh1&#034;&gt;1&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt; oriunda de um racha da FUP, tenta se colocar como alternativa de oposi&#231;&#227;o &#227; federa&#231;&#227;o governista. Contando com 5 sindicatos, que n&#227;o possuem o peso dos da FUP, construiu uma forte campanha do &#8220;Petr&#243;leo tem que ser nosso&#8221;, por&#233;m de forma descolada de sua base. Devido a descren&#231;a de tantas greves n&#227;o constru&#237;das pela FUP, a FNP nesse &#250;ltimo processo se colocou na retaguarda esperando maiores movimenta&#231;&#245;es em outras bases. O que fez que em muitas de suas bases tivessem pouca ou nenhuma express&#227;o do movimento durante os v&#225;rios dias de greve. Esta divis&#227;o enfraqueceu o movimento como um todo e j&#225; de sa&#237;da limitou qualquer possibilidade da FNP mostrar-se como uma alternativa de dire&#231;&#227;o. A demora em entrar em greve em refinarias estrat&#233;gicas como a de Cubat&#227;o, dirigida pela FNP, deu argumentos &#227; FUP e enfraqueceu o movimento de conjunto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Uma nova gera&#231;&#227;o de grevistas marcada por junho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#201; importante destacar alguns fatores subjetivos que tornou essa greve t&#227;o especial. Como o crescimento de um ativismo nas bases, protagonizado em sua maioria por jovens. Como a Petrobras, devido aos muitos anos sem concursos, possui um abismo de gera&#231;&#245;es, esses jovens que entraram na empresa a partir de 2003 n&#227;o carregam nas costas o peso de constru&#231;&#227;o e decep&#231;&#227;o no PT, combinados de um grande per&#237;odo de descren&#231;a sindical da &#250;ltima d&#233;cada de lulismo. Muitos dessa juventude estavam nas ruas em junho ou foram muito sens&#237;veis &#225;s demandas das ruas e &#225;s manifesta&#231;&#245;es. Isso fez com que a gera&#231;&#227;o mais antiga n&#227;o s&#243; se sentisse pressionada a aderir ao movimento como reacendeu em muitos a esperan&#231;a do poder da classe trabalhadora, contaminada pela for&#231;a da &#8220;nova gera&#231;&#227;o petroleira&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ensaiamos nossa for&#231;a pol&#237;tica e avan&#231;amos menos do que poder&#237;amos devido &#227; FUP &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; A empresa avan&#231;ou nas suas propostas, mas nada &#227; altura da greve que foi deflagrada. Por&#233;m a FUP j&#225; indicou aceita&#231;&#227;o e suspendeu a greve em suas bases. Essa pr&#225;tica j&#225; &#233; rotineira. As bases da FNP, por sua vez, se veem pressionadas a aceitar. Garantimos aumento salarial pr&#243;ximo ao das outras categorias, compromisso da Petrobras exigir das empresas terceirizadas fundo garantidor para evitar os frequentes calotes, plano de sa&#250;de para os aposentados da subsidiaria Transpetro e o abono de metade dos dias de greve com restante sendo compensado em horas trabalhadas. Por&#233;m temos claro que poder&#237;amos ter mais pleitos atendidos e eliminar a puni&#231;&#227;o exercida pela empresa sobre os dias de greve. Diferente da batalha do leil&#224;o que os petroleiros encararam somente como um ensaio de sua for&#231;a e sem superar a dire&#231;&#227;o, os elementos econ&#244;micos e sociais desta greve n&#227;o terminaram em uma derrota, mas suas conquistas tamb&#233;m foram limitadas pela dire&#231;&#227;o da FUP e pela falta de alternativa de dire&#231;&#227;o que a FNP n&#227;o foi. Se na luta pol&#237;tica a FUP impediu que a luta transbordasse e virasse uma causa nacional, nas outras pautas impediu seu avan&#231;o e quis sair da greve mesmo com esta puni&#231;&#227;o aos grevistas que &#233; repor metade das horas. Do norte a sul do pa&#237;s, no entanto, mais de 30% dos petroleiros rejeitaram esta proposta. Entre os que rejeitaram era marcante o peso dos jovens que haviam tocado os piquetes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A milit&#226;ncia classista e democr&#225;tica pode fazer a diferen&#231;a em bases petroleiras&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como trabalhamos em terminais diferentes, embora no mesmo estado, estamos tamb&#233;m em sindicatos diferentes, tendo um dire&#231;&#227;o da FUP e outro da FNP. Isso foi essencial para medirmos a atua&#231;&#227;o das federa&#231;&#245;es e desde o come&#231;o termos uma boa caracteriza&#231;&#227;o do cen&#225;rio. Gra&#231;as tamb&#233;m a essa diferen&#231;a foi poss&#237;vel que quem trabalha na base da FNP pudesse dar informes sobre a for&#231;a da greve nas bases FUP e convencer aos colegas da necessidade de constru&#231;&#227;o da greve, e assim diminuir o fo&#231;o inicial entre as t&#225;ticas de greve das federa&#231;&#245;es (a FNP queria greve de 24hs enquanto a FUP votava greve indefinida).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A atua&#231;&#227;o nas assembleias denunciando o Leil&#224;o e governo Dilma, a terceiriza&#231;&#227;o e colocando desde uma perspectiva classista como dever&#237;amos olhar para essa greve, fez com que muitos dos que nos ouviam vissem em n&#243;s lideran&#231;as e fizessem eco de nossas ideias. Em especial, no terminal do TABG (Terminal Aquavi&#225;rio da Ba&#237;a de Guanabara), onde houve um grande ativismo protagonizado por uma juventude proveniente das escolas t&#233;cnicas, onde se despertou um grande esp&#237;rito coletivo que fez que diversos trabalhadores discutissem pol&#237;tica e os rumos da greve diariamente utilizando aplicativo de mensagem no celular, fossem em suas folgas todas as manh&#227;s nas assembleias n&#227;o s&#243; votar mas expondo as discuss&#245;es pr&#233;vias ao sindicato e despertando a consci&#234;ncia da necessidade de uma comiss&#227;o de base com delegados eleitos. Esta pol&#237;tica se expressou na vota&#231;&#227;o de delegados, com mandato das assembleias do TABG, para cada negocia&#231;&#227;o com a empresa. Este m&#233;todo pouco utilizado pelas dire&#231;&#245;es sindicais renasceu em nosso terminal e junto da comiss&#227;o de base expressam grandes avan&#231;os organizativos e na consci&#234;ncia de muitos trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nossa pol&#237;tica se expressou quando muitos que nunca haviam ido numa manifesta&#231;&#227;o, permaneceram mesmo em meio a bombas de g&#225;s e tiros de borracha no ato contra o Leil&#224;o, formando um bloco de petroleiros em greve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas assembleias do TABG e de Caxias (REDUC, TECAM e Termorio) demos grande destaque para a cria&#231;&#227;o de um fundo garantidor para as empresas contratadas. Mesmo sabendo que esta consigna est&#225; ainda longe da defesa da pela efetiva&#231;&#227;o dos terceirizados, entendemos que levantar essas demanda desde as bases, fez com que nas reuni&#245;es de negocia&#231;&#227;o essa reivindica&#231;&#227;o fosse levada com mais peso pelos sindicatos. Sentimos que esta conquista, parcial &#233; verdade, &#233; em primeiro lugar vit&#243;ria das v&#225;rias greves protagonizadas por terceirizados, por cada petroleiro que levanta esta quest&#227;o, mas tamb&#233;m nossa por colocar esta clausula como condicionante &#225;s negocia&#231;&#245;es nestas duas importantes bases. Devido ao grande n&#250;mero de terceirizados nessa empresa (quase 5 terceirizados para cada 1 efetivo, ou 400 mil a 80 mil), vemos a grande sensibilidade que os colegas efetivos possuem nesse tema. Ainda que n&#227;o levantem espontaneamente essas bandeiras, apresentam grande ades&#227;o quando sa&#237;mos em sua defesa. A defesa dos terceirizados pelos efetivos &#233; um primeiro passo necess&#225;rio do classismo entre os petroleiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Queremos contribuir a formar uma nova milit&#226;ncia petroleira, que seja radicalmente democr&#225;tica, organizada desde as bases, mas que tamb&#233;m seja classista, defendendo os terceirizados e os interesses da classe trabalhadora dentro e fora da empresa. Estamos certos que as novas gera&#231;&#245;es impactadas por junho e os mais experientes trabalhadores que se emocionam com a vontade da juventude juntos construiremos uma nova for&#231;a nesta poderosa categoria.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;hr /&gt;
		&lt;div class='rss_notes'&gt;&lt;div id=&#034;nb1&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh1&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Observa&#231;&#245;es 1&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;1&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;A FNP foi fundada depois do racha ocorrido na FUP quando esta defendeu a &#8220;repactua&#231;&#227;o&#8221; dos petroleiros, alterando o plano de aposentadoria e beaneficiando a empresa. Esta federa&#231;&#227;o agrupa os sindicatos de Alagoas/Sergipe, Maranh&#227;o/Amap&#225;/Par&#225;/Amazonas, Litoral Paulista, S&#227;o Jos&#233; dos Campos e Rio de Janeiro (Excluindo norte fluminense e Duque de Caxias). Na FNP participam correntes antigovernistas como a CSP-Conlutas, Intersindical, bem como uma s&#233;rie de petistas ou ex-petistas cr&#237;ticos que romperam com a FUP naquele momento mas que seguem as mesmas pr&#225;ticas pol&#237;ticas burocr&#225;ticas e limitadas de sua velha federa&#231;&#227;o. Correntes da extrema esquerda em petroleiros, como o PSTU, atuam atados a seus parceiros burocr&#225;ticos (por&#233;m cr&#237;ticos ao governo) da FNP.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Petroleros intentan derrotar la privatizaci&#243;n y avanzan en la organizaci&#243;n</title>
		<link>https://ft-ci.org/Petroleros-intentan-derrotar-la-privatizacion</link>
		<guid isPermaLink="true">https://ft-ci.org/Petroleros-intentan-derrotar-la-privatizacion</guid>
		<dc:date>2013-10-24T06:35:25Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Isabelle de Moraes, Leandro Lanfredi</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Isabel Infanta</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> LER-QI (Liga Estrategia Revolucionaria) de Brasil </dc:subject>
		<dc:subject>Brasil: Un gigante se despierta</dc:subject>
		<dc:subject>Liliana Ogando Calo</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Desde las 23 horas del 16/10 hasta el d&#237;a 23 y 24 seg&#250;n la unidad los petroleros hicieron la mayor huelga desde 1995. Una huelga pol&#237;tica que par&#243; todas las refiner&#237;as y pr&#225;cticamente todas las terminales y plataformas.&lt;/p&gt;

-
&lt;a href="https://ft-ci.org/Articulos-en-castellano" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en castellano&lt;/a&gt;

/ 
&lt;a href="https://ft-ci.org/America-Latina" rel="tag"&gt;Am&#233;rica Latina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Movimiento-Obrero" rel="tag"&gt;Movimiento Obrero&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Tapa-Central" rel="tag"&gt;Actualidad&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Analisis" rel="tag"&gt;An&#225;lisis&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Isabel-Infanta" rel="tag"&gt;Isabel Infanta&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Brasil-101" rel="tag"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/LER-QI-Liga-Estrategia" rel="tag"&gt; LER-QI (Liga Estrategia Revolucionaria) de Brasil &lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Brasil-Lucha-contra-el-aumento-del" rel="tag"&gt;Brasil: Un gigante se despierta&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Liliana-Ogando-Calo-253" rel="tag"&gt;Liliana Ogando Calo&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://ft-ci.org/local/cache-vignettes/L150xH82/arton7161-e5cbf.jpg?1696674725' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='82' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Isabelle de Moraes y Leandro Lanfredi, petroleros de Rio de Janeiro y Duque de Caxias&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Desde las 23 horas del 16/10 hasta el d&#237;a 23 y 24 seg&#250;n la unidad los petroleros hicieron la mayor huelga desde 1995. Una huelga pol&#237;tica que par&#243; todas las refiner&#237;as y pr&#225;cticamente todas las terminales y plataformas. Los petroleros no compraron el discurso de Dilma, Lula y el PT de que la licitaci&#243;n del campo de Libra no ser&#237;a una privatizaci&#243;n. Vimos tambi&#233;n a varios tercerizados haciendo huelga conjuntamente o expresando ese deseo, entendiendo la importancia de luchar por esa demanda. Este sector conoci&#243; bien las amenazas de privatizaci&#243;n durante el gobierno de Fernando Henrique Cardoso (FHC) y, atento a la repetici&#243;n de esa pel&#237;cula, no se limit&#243; a llorar decepcionado por las ilusiones que depositaron en el gobierno del PT y sali&#243; a luchar. Una lucha que no fue llevada hasta sus &#250;ltimas consecuencias por las direcciones sindicales pero que marc&#243; un despertar a la lucha pol&#237;tica y a la huelga de miles de petroleros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La FUP (Federaci&#243;n &#218;nica de Petroleros) despu&#233;s de callar durante a&#241;os frente a las subastas sin impulsar una sola manifestaci&#243;n, a lo sumo enviando a un dirigente a alg&#250;n acto, decidi&#243; ya no quedando m&#225;s tiempo, realizar esta huelga y centrarla en esta campa&#241;a. A pesar de que la FUP es parte de la CUT y por lo tanto apoya al gobierno de Dilma y al PT, la afronta que significa esta privatizaci&#243;n hizo que efectivamente esta federaci&#243;n, ligada por miles de lazos a la direcci&#243;n capitalista de la empresa, vaya a la huelga e incluso recurra a m&#233;todos combativos como piquetes y bloqueos. Si la FUP no lo hubiese hecho, corr&#237;a el riesgo de que los petroleros hicieran la huelga en contra de la Federaci&#243;n. Es una muestra de que el alineamiento de la burocracia sindical con &#8220;su&#8221; gobierno no es autom&#225;tico, sino que ella tambi&#233;n necesita preservarse y mostrar a la base que puede luchar. Sin embargo, a pesar de las divisiones en los sindicatos de la FUP (como en Caxias) o de la propia Federaci&#243;n, cuando se trata de aprobar r&#225;pidamente un acuerdo, desarmar la huelga e impedir que avance el cuestionamiento al gobierno, act&#250;an todos al un&#237;sono. La FUP entr&#243; al movimiento, hizo huelga, piquetes, pero no movi&#243; todas su fuerza para que la lucha contra la licitaci&#243;n fuese una causa nacional. No exigi&#243; nada a la CUT, ning&#250;n acto de solidaridad, ning&#250;n atraso, paralizaci&#243;n junto a los petroleros. La lucha no fue m&#225;s contundente y no signific&#243; un riesgo mayor para el gobierno porque la FUP y la CUT no quisieron enfrentarse fuera de las puertas de Petrobras. No se realiz&#243; ni una m&#237;nima tentativa de unificar la lucha de los petroleros con la de los docentes de R&#237;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La FNP (Federaci&#243;n Nacional de Petroleros)&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-1&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;La FNP fue fundada despu&#233;s de la ruptura ocurrida en la FUP cuando &#233;sta (&#8230;)&#034; id=&#034;nh2-1&#034;&gt;1&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt; originada de una ruptura de la FUP, intenta ubicarse como alternativa de oposici&#243;n frente a la federaci&#243;n oficialista. Contando con 5 sindicatos que no tienen el peso de los de la FUP, construy&#243; una fuerte campa&#241;a por &#8220;el petr&#243;leo tiene que ser nuestro&#8221;, pero en forma despegada de su base. La poca confianza tras tantas huelgas no preparadas por la FUP puso a la FNP a la retaguardia en este &#250;ltimo proceso, esperando mayores movimientos en otras bases. Esto llev&#243; a que muchas de sus bases el movimiento tengan poca o ninguna expresi&#243;n durante los varios d&#237;as de huelga. Esta divisi&#243;n debilit&#243; al movimiento de conjunto y ya de entrada limit&#243; cualquier posibilidad de que la FNP aparezca como una alternativa de direcci&#243;n. La demora para entrar a la huelga en refiner&#237;as estrat&#233;gicas como la de Cubat&#227;o, dirigida por la FNP, le dio argumentos a la FUP y debilit&#243; al movimiento de conjunto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Una nueva generaci&#243;n de huelguistas marcada por junio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Es importante destacar algunos factores subjetivos que hicieron de esta huelga algo tan especial. Como el crecimiento de un activismo en las bases protagonizado en su mayor&#237;a por j&#243;venes. Como Petrobras, tras muchos a&#241;os sin concursos (de ingreso), posee un abismo de generaciones, esos j&#243;venes que entraron en la empresa a partir de 2003 no cargan en sus espaldas el peso de la construcci&#243;n y decepci&#243;n con el PT, combinados con un gran per&#237;odo de descreimiento sindical de la &#250;ltima d&#233;cada de lulismo. Parte de esta juventud estaban en las calles en junio o fueron muy sensibles a las demandas de las calles y a las manifestaciones. Eso hizo que la generaci&#243;n m&#225;s antigua no solo se sienta presionada a adherir al movimiento sino que vean encenderse nuevamente la esperanza en el poder de la clase trabajadora, contagiada por la fuerza de la &#8220;nueva generaci&#243;n petrolera&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pusimos en movimiento nuestra fuerza pol&#237;tica y avanzamos menos de lo que podr&#237;amos debido a la FUP&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La empresa avanz&#243; en sus propuestas, pero nada a la altura de la huelga. Sin embargo, la FUP ya indic&#243; aceptaci&#243;n y suspendi&#243; la huelga en sus bases. Esta pr&#225;ctica ya es rutina. Las bases de la FNP, por su lado, se ven presionadas a aceptar. Logramos el aumento salarial cercano al de otros sectores, el compromiso de Petrobras de exigir a las empresas tercerizadas un fondo de reserva para evitar las frecuentes estafas, plan de salud para los jubilados de la subsidiaria Transpetro y el pago de la mitad de los d&#237;as de huelga y la compensaci&#243;n del restante con horas trabajadas. Sin embargo tenemos claro que podr&#237;amos haber tenido m&#225;s demandas atendidas y eliminado el castigo ejercido por la empresa sobre los d&#237;as de huelga. A diferencia de la batalla de la subasta, que los petroleros encararon solamente como un ensayo de fuerza y sin superar a la direcci&#243;n, los elementos econ&#243;micos y sociales de esta huelga no terminaron en una derrota sino que sus conquistas fueron limitadas por la direcci&#243;n de la FUP y por la falta de alternativa de direcci&#243;n que no fue la FNP.&lt;br class='autobr' /&gt;
Si en la lucha pol&#237;tica la FUP impidi&#243; que la lucha superara y se tornara una causa nacional, en otras pautas impidi&#243; su avance y quiso levantar la huelga aun con este castigo a los huelguistas que significa reponer las horas de huelga. De norte a sur del pa&#237;s, en tanto, m&#225;s del 30% de los petroleros rechazaron la propuesta. Entre los que la rechazaron era marcado el peso de los j&#243;venes que hab&#237;a participado en los piquetes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La militancia clasista y democr&#225;tica puede hacer la diferencia en las bases petroleras&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como trabajamos en terminales diferentes, aunque en el mismo Estado, estamos tambi&#233;n en sindicatos diferentes, con direcci&#243;n de la FUP en un caso y de la FNP en el otro. Eso fue esencial para medir la actuaci&#243;n de las Federaciones y desde el comienzo hemos tenido una buena caracterizaci&#243;n del escenario. Gracias tambi&#233;n a esa diferencia fue posible que quien trabaja en la base de la FNP pudiese trasmitir sobre el curso y la fuerza de la huelga en las bases de la FUP y convencer a los compa&#241;eros de la necesidad de preparaci&#243;n de la huelga, y as&#237; disminuir la diferencia inicial entre las t&#225;cticas de huelga de las Federaciones (la FNP quer&#237;a huelga por 24 horas mientras la FUP votaba huelga indefinida).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La actuaci&#243;n en las asambleas denunciando el remate y al gobierno de Dilma, la tercerizaci&#243;n y planteando desde una perspectiva clasista c&#243;mo deber&#237;amos enfocar esta huelga, hizo que muchos de los que nos o&#237;an nos viesen como referentes y se hicieran eco de nuestras ideas. En especial, en la terminal del TABG (Terminal Aquaviario de la Bah&#237;a de Guanabara), donde hubo un gran activismo protagonizado por una juventud proveniente de las escuelas t&#233;cnicas, donde se despert&#243; un gran esp&#237;ritu colectivo que hizo que diversos trabajadores discutiesen el rumbo pol&#237;tico de la huelga diariamente; que fuesen en los d&#237;as de descanso, todas las ma&#241;anas, a las asambleas no s&#243;lo a votar sino a plantear las discusiones previas al sindicato y despertando la conciencia de la necesidad de una comisi&#243;n de base con delegados electos. Esta pol&#237;tica se expres&#243; en la votaci&#243;n de delegados con mandato de asambleas del TABG para cada negociaci&#243;n con la empresa. Este m&#233;todo poco utilizado por las direcciones sindicales resurgi&#243; en nuestra terminal y junto a la comisi&#243;n de base expresan grandes avances organizativos y en la conciencia de los trabajadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nuestra pol&#237;tica se expres&#243; cuando muchos que nunca hab&#237;an ido a una manifestaci&#243;n permanecieron, a&#250;n en medio de bombas de gas y balas de gomas, en el acto contra la subasta, formando un bloque de petroleros en huelga.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En las asambleas de la TAGB y de Caxias (REDUC, TECAM y Termorio) destacamos la creaci&#243;n de un fondo de reserva para las empresas contratadas. Aun sabiendo que esta consigna est&#225; todav&#237;a lejos de la defensa de la efectivizaci&#243;n de los tercerizados, entendemos que levantar estas demandas desde las bases hizo que en las reuniones de negociaci&#243;n esta reivindicaci&#243;n fuese tomada con mayor peso por los sindicatos. Sentimos que esta conquista, aunque parcial, es en primer lugar resultado de varias huelgas protagonizadas por los tercerizados, por cada petrolero que levanta esta demanda pero tambi&#233;n nuestra, por plantear esta cl&#225;usula como condicionante a las negociaciones en estas dos importantes bases.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Debido al gran n&#250;mero de tercerizados en esta empresa (casi 5 tercerizados por cada efectivo, o 400 mil a 800 mil) vimos la enorme sensibilidad que los petroleros efectivos poseen en este tema. Aunque no levanten espont&#225;neamente estas banderas, dan su apoyo cuando salimos en su defensa. La defensa de los tercerizados por los efectivos es un primer paso necesario del clasismo entre los petroleros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Queremos contribuir a formar una nueva militancia petrolera que sea radicalmente democr&#225;tica, organizada desde las bases pero que tambi&#233;n sea clasista, que defienda a los tercerizados y los intereses de la clase trabajadora dentro y fuera de la empresa. Estamos seguros de que las nuevas generaciones impactadas por junio y los m&#225;s experimentados trabajadores que se emocionaron con la voluntad de la juventud, construiremos juntos una nueva fuerza en este poderoso sector del movimiento obrero.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;23/10/2013&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;hr /&gt;
		&lt;div class='rss_notes'&gt;&lt;div id=&#034;nb2-1&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-1&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-1&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;1&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;La FNP fue fundada despu&#233;s de la ruptura ocurrida en la FUP cuando &#233;sta defendi&#243; la &#034;renegociaci&#243;n&#034; de los petroleros, alterando el plan de jubilaciones y beneficiando a la empresa. Esta federaci&#243;n agrupa a los sindicatos de Alagoas/Sergipe, Maranh&#227;o/Amap&#225;/Par&#225;/Amazonas, Litoral Paulista, S&#227;o Jos&#233; dos Campos e Rio de Janeiro (Excluyendo el norte fluminense y Duque de Caxias): En la FNP participan corrientes antigubernamentales como la CSP-Conlutas, Intersindical, as&#237; como una serie de petistas o ex petistas cr&#237;ticos que rompieron con la FUP en aquel momento pero que siguen las mismas pr&#225;cticas pol&#237;ticas burocr&#225;ticas y limitadas de su vieja federaci&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Barremos a privatiza&#231;&#227;o do Petr&#243;leo! Fortalecer a greve para derrotar o PL 4330 e barrar o leil&#224;o de Libra!</title>
		<link>https://ft-ci.org/Barremos-a-privatizacao-do-Petroleo-Fortalecer-a-greve-para-derrotar-o-PL-4330</link>
		<guid isPermaLink="true">https://ft-ci.org/Barremos-a-privatizacao-do-Petroleo-Fortalecer-a-greve-para-derrotar-o-PL-4330</guid>
		<dc:date>2013-10-16T16:35:36Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Isabelle de Moraes, Leandro Lanfredi</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> LER-QI (Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria) do Brasil </dc:subject>
		<dc:subject>Brasil: Un gigante se despierta</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;A partir das 23horas de hoje os petroleiros em todo o pa&#237;s ir&#227;o cruzar os bra&#231;os. A greve tem tr&#234;s pautas: o acordo coletivo, a rejei&#231;&#227;o ao Projeto de Lei (PL 4330) que precariza e generaliza a terceiriza&#231;&#227;o, e para barrar os leil&#245;es de petr&#243;leo e g&#225;s que ocorrer&#227;o dia 21/10, sobretudo do megacampo de Libra no pr&#233;-sal. Escrevemos este texto como parte da constru&#231;&#227;o ativa da greve nos locais onde estamos, e para contribuir no debate de uma das pautas, aquela que junto ao PL 4330 precisa ser levada como uma causa nacional.&lt;/p&gt;

-
&lt;a href="https://ft-ci.org/Articulos-en-portugues" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en portugu&#233;s&lt;/a&gt;

/ 
&lt;a href="https://ft-ci.org/America-Latina" rel="tag"&gt;Am&#233;rica Latina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Movimiento-Obrero" rel="tag"&gt;Movimiento Obrero&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Tapa-Central" rel="tag"&gt;Actualidad&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Analisis" rel="tag"&gt;An&#225;lisis&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Brasil-101" rel="tag"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/LER-QI-Liga-Estrategia" rel="tag"&gt; LER-QI (Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria) do Brasil &lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ft-ci.org/Brasil-Lucha-contra-el-aumento-del" rel="tag"&gt;Brasil: Un gigante se despierta&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Isabelle de Moraes e Leandro Lanfredi, petroleiros do Rio de Janeiro e Duque de Caxias&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;A partir das 23horas de hoje os petroleiros em todo o pa&#237;s ir&#227;o cruzar os bra&#231;os. A greve tem tr&#234;s pautas: o acordo coletivo, a rejei&#231;&#227;o ao Projeto de Lei (PL 4330) que precariza e generaliza a terceiriza&#231;&#227;o, e para barrar os leil&#245;es de petr&#243;leo e g&#225;s que ocorrer&#227;o dia 21/10, sobretudo do megacampo de Libra no pr&#233;-sal. Escrevemos este texto como parte da constru&#231;&#227;o ativa da greve nos locais onde estamos, e para contribuir no debate de uma das pautas, aquela que junto ao PL 4330 precisa ser levada como uma causa nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leil&#224;o do petr&#243;leo &#233; privatiza&#231;&#227;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No pr&#243;ximo dia 21 de outubro o governo Dilma quer realizar o primeiro leil&#224;o sob o regime de partilha, destinado a oferecer &#225;s empresas a possibilidade de explorar um campo de petr&#243;leo de pr&#233;-sal, que corresponde a 15 bilh&#245;es de barris de petr&#243;leo, que pelo pre&#231;o atual, convertem-se em 1 trilh&#227;o e 500 bilh&#245;es de d&#243;lares (o equivalente a 75% do PIB brasileiro atual, ou seja equivale leiloar tr&#234;s quartos do Brasil atual por um ano). Esse leil&#224;o marca tr&#234;s mudan&#231;as: nunca foi leiloado um campo de volume estimado t&#227;o alto e com &#243;leo de grande valor como o do pr&#233;-sal, a segunda diz respeito ao modelo de partilha que pode parecer menos entreguista comparado ao modelo praticado at&#233; ent&#227;o (concess&#227;o), mas que mant&#233;m os lucros gerados pela produ&#231;&#227;o de petr&#243;leo distante de estar a servi&#231;o da popula&#231;&#227;o brasileira. E a terceira e mais importante mudan&#231;a &#233; que se trata de uma grande mudan&#231;a no discurso petista. Se em 2006 e 2010 a n&#227;o-privatiza&#231;&#227;o do petr&#243;leo foi a bandeira eleitoral anti-tucana, este governo mostra-se agora em toda a escala qu&#227;o privatista &#233;. N&#227;o satisfeito com as privatiza&#231;&#245;es de aeroportos, portos, rodovias, todo um aux&#237;lio aos bilion&#225;rios que &#233; a especialidade do BNDES, agora pretende rifar a maior riqueza j&#225; descoberta em territ&#243;rio nacional!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;As diferen&#231;as nos modelos de privatiza&#231;&#227;o petista e tucano&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O monop&#243;lio do petr&#243;leo pelo Estado brasileiro vem sendo atacado desde 1995, quando come&#231;am os primeiros movimentos para abertura de explora&#231;&#227;o de empresas privada, j&#225; que at&#233; em ent&#227;o a Petrobras controlava toda a produ&#231;&#227;o e refino. Em 1997, ap&#243;s a derrota parcial da heroica greve dos petroleiros em 1995, ainda durante governo FHC, foi aprovada a &#8220;Lei do Petr&#243;leo&#8221; que n&#227;o s&#243; dividia para sucatear e privatizar a empresa como expressamente proibia seu monop&#243;lio. Foi criada tamb&#233;m a ANP (Ag&#234;ncia Nacional de Petr&#243;leo) tendo como principal objetivo regular os leil&#245;es e a entrada de empresas privadas na atividade petrol&#237;fera brasileira. As den&#250;ncias de privatiza&#231;&#227;o do petr&#243;leo e entrega de recursos energ&#233;ticos brasileiros ao setor privado, est&#225; intimamente ligado com a cria&#231;&#227;o e atua&#231;&#227;o dessa ag&#234;ncia, a qual os altos cargos s&#227;o indicados pelo governo e seus aliados. A ag&#234;ncia &#233; ocupada at&#233; hoje pelo PCdoB, isto explica o por que do sil&#234;ncio da UNE (controlada pelo mesmo partido) que tanto falava nos royalties do petr&#243;leo para educa&#231;&#227;o mas agora n&#227;o se move contra o leil&#224;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O novo marco regulat&#243;rio de partilha &#233; propagandeado pelo governo como um modelo onde haver&#225; maior controle sobre a produ&#231;&#227;o e maior apropria&#231;&#227;o sobre os lucros e renda do petr&#243;leo. Nesse modelo temos o fato do governo ser dono de todo o petr&#243;leo contido na bacia, a partir da estatal Petrosal, criada para regular a produ&#231;&#227;o e nessas novas &#225;reas, a garantia da Petrobras explorar 30% dos em cada &#225;rea leiloada e a empresa exploradora far&#225; seu lance de forma a garantir seu lucro e destinar ao governo maior parte poss&#237;vel dos barris produzidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#201; um modelo menos privatista que o de FHC, por&#233;m n&#227;o deixa de ser uma entrega de rios de dinheiro aos bilion&#225;rios! Se no modelo de FHC, e continuado por Lula e Dilma em todas as &#225;reas que n&#227;o o pr&#233;-sal a parte que ficava com o governo quase nunca chegava a 25% neste modelo ao menos 41% deve ficar com o governo. &#201; um aumento argumentam os petistas. Por&#233;m n&#227;o deixa de ser uma privatiza&#231;&#227;o e, no caso, a maior de todos os tempos. Nem mesmo as criminosas privatiza&#231;&#245;es da Vale e da Embraer significaram um entrega de quantias t&#227;o grandes!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra mentira que o governo usa &#233; que estes recursos ser&#227;o destinados &#227; sa&#250;de e educa&#231;&#227;o. Todo o dinheiro arrecadado hoje com os impostos e com o lucro de estatais como a Petrobr&#225;s n&#227;o tem este destino. O dinheiro vai para o que o governo mais faz: ajudar banqueiros. 47% de todo or&#231;amento federal vai para pagar juros aos grandes bancos em d&#237;vidas em internas e externas, ou quando n&#227;o servem de cofre ao BNDES para financiar os j&#225; multimilion&#225;rios, como Eike Batista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fortalecer a greve dos petroleiros e construir um grande movimento contra os leil&#245;es!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A principal federa&#231;&#227;o dos petroleiros, a FUP, ligada &#227; CUT, e portanto ao governo Dilma, marcou uma greve de ao menos 5 dias a partir de quinta-feira 17 para que culmine em atos no dia 21, dia do leil&#224;o de Libra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este passo adiante desta burocracia sindical que est&#225; atrelada por mil e um la&#231;os &#227; dire&#231;&#227;o da Petrobr&#225;s s&#243; acontece porque h&#225; press&#227;o entre os trabalhadores para lutar (pelo acordo coletivo, contra o PL4330 e contra o leil&#224;o, em distintos n&#237;veis em cada unidade e cada trabalhador) e porque o projeto de Dilma &#233; t&#227;o privatista que os pr&#243;prios interesses da FUP ficam em jogo. N&#227;o temos confian&#231;a que ser&#225; pelas m&#227;os da CUT e CTB que criaremos a for&#231;a social necess&#225;ria para barrar tamanho projeto privatista. A FNP, federa&#231;&#227;o cr&#237;tica &#227; FUP e que inclui setores antigovernistas, marcou ao menos uma paralisa&#231;&#227;o no dia 17 para ver se a FUP realmente tocar&#225; a greve e da&#237; realizar uma greve por per&#237;odo indeterminado. Todas estas medidas s&#227;o insuficientes frente a tamanho ataque!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chamamos todos petroleiros a superarmos a divis&#227;o imposta em primeiro lugar pela FUP para fazermos uma forte greve nacional, com paralisa&#231;&#227;o da produ&#231;&#227;o e atos de rua de verdade. Uma greve organizada desde as bases e que discutamos em assembl&#233;ia como massific&#225;-la! Pelas m&#227;os da CUT, da FUP, da UNE n&#227;o ser&#225; colocado de p&#233; o movimento que &#233; necess&#225;rio para barrar tamanha privatiza&#231;&#227;o. &#201; preciso que nos petroleiros busquemos os apoios em setores em luta e greve (como da educa&#231;&#227;o) e na juventude para faz&#234;-lo. Os sindicatos da FNP podem e devem cumprir um papel distinto, para isto precisam construir ativamente a greve, e superar sua dicotomia entre discutir s&#243; sal&#225;rio com os petroleiros e fazer uma campanha o &#8220;petr&#243;leo &#233; nosso&#8221; com os movimentos sociais que nenhum petroleiro na base fica sabendo. Por uma efetiva, imediata e urgente campanha nacional! Chamamos o SEPE e os professores em greve para coordenarmos as a&#231;&#245;es de rua e juntos lutarmos pela educa&#231;&#227;o p&#250;blica de qualidade atrav&#233;s dos recursos do petr&#243;leo! Que a CSP-Conlutas, Intersindical, e outros setores sindicais anti-governistas coloquem seus recursos a servi&#231;o da coordena&#231;&#227;o das lutas (efetiva, reunindo setores de distintos lugares, organizando a&#231;&#245;es) e pela massifica&#231;&#227;o da luta contra o leil&#224;o e vit&#243;ria de todas lutas em curso!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como fazer para o petr&#243;leo ser realmente nosso&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde a jornadas de junho, vemos multid&#245;es indo para rua questionando a efici&#234;ncia dos servi&#231;os p&#250;blicos e exigindo mais dinheiro para sa&#250;de, transporte e educa&#231;&#227;o. Uma das medidas paliativas para acalmar as massas foi dizer que seriam destinados recursos do petr&#243;leo para sa&#250;de e educa&#231;&#227;o. Se at&#233; o governo considera a import&#226;ncia do petr&#243;leo para a melhoria da vida da popula&#231;&#227;o, n&#243;s, que vamos as ruas exigir direitos temos que ir fundo nas perspectivas de como fazer realmente o petr&#243;leo estar servi&#231;o dos trabalhadores e do povo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A come&#231;ar pela Petrobras que fora ao caso do leil&#224;o citado acima, &#233; a principal empresa de petr&#243;leo deste pa&#237;s, mesmo tendo economia mista, com o governo sendo acionista majorit&#225;rio, compondo seus conselhos administrativos, ela est&#225; longe de estar a servi&#231;o dos trabalhadores e da popula&#231;&#227;o. O cego objetivo de gerar lucro aos investidores e fazer suas a&#231;&#245;es subirem alguns pontos nas bolsas de valores internacionais, deixa de lado a produ&#231;&#227;o racional, os riscos ambientais, a seguran&#231;a no trabalho, uma intera&#231;&#227;o justa com as comunidades diretamente impactadas pelas atividades da empresa, a remunera&#231;&#227;o dos funcion&#225;rios, a precariza&#231;&#227;o dos postos mais baixos atrav&#233;s da terceiriza&#231;&#227;o, entre outros problemas que s&#227;o gerados na busca dos lucros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda que a Petrobras se coloque como s&#237;mbolo da responsabilidade ambiental e social, patrocinando v&#225;rios projetos cient&#237;ficos, ambientais e culturais, ela est&#225; apenas seguindo a cartilha de autopromo&#231;&#227;o, propaganda subjetiva e abatimento em impostos que muitas empresas privadas seguem. Temos que nos questionar como ultrapassar essas inciativas superficiais, fazendo com que os trabalhadores e a popula&#231;&#227;o sejam n&#227;o s&#243; produtores ou consumidores, mas sujeitos de um ativa pol&#237;tica de gest&#227;o do petr&#243;leo como parte de nos prepararmos para gerir toda a economia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chegamos &#227; conclus&#227;o que n&#227;o basta que ela seja 100% estatal, ainda que isso seja um progresso frente a amea&#231;a de controle do imperialismo. Temos que garantir controle dos trabalhadores, come&#231;ando por abolir a aliena&#231;&#227;o do trabalho que sofremos. Os gerentes a servi&#231;o de projetos pol&#237;ticos e dos lucros organizam a produ&#231;&#227;o de acordo com estes interesses e n&#227;o de acordo com uma m&#237;nima racionalidade, dignas condi&#231;&#245;es de trabalho e outra rela&#231;&#227;o com o meio ambiente e comunidades vizinhas.Todo funcion&#225;rio (pr&#243;prio e contratado) tem que ter total compreens&#227;o do processo sendo capaz n&#227;o s&#243; de executar distintas tarefas como tamb&#233;m opinar de forma consciente nas pol&#237;ticas de gest&#227;o. Sendo formado a partir de cada unidade, cada terminal, cada navio e plataforma, conselhos com supervisores e coordenadores eleitos e revog&#225;veis. Que sejam realizadas assembleias em cada local de trabalho onde discuta-se pol&#237;tica nacional, internacional, economia, as necessidades da popula&#231;&#227;o, as condi&#231;&#245;es operacionais da empresa, as condi&#231;&#245;es de trabalho, os impactos ambientais e que esses aspectos organizem a produ&#231;&#227;o. Somente os trabalhadores, com todo o conhecimento t&#233;cnico, visando o bem comum da popula&#231;&#227;o, consultando diretamente os trabalhadores de setores p&#250;blicos como sa&#250;de e educa&#231;&#227;o e suas necessidades, ambientalistas, e outros especialistas que podemos produzir de forma racional e decidir de forma coerente onde ser&#227;o empregados os recursos gerados. Dessa forma a Petrobras se tornaria a empresa propagandeada nas campanhas publicit&#225;rias de seus 60 anos, inspiraria e orgulharia, de fato, o povo brasileiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Abaixo ao Leil&#224;o do campo de Libra! Fim de todos os leil&#245;es e da pol&#237;tica de partilha e concess&#227;o! Monop&#243;lio do petr&#243;leo 100% nacional atrav&#233;s da Petrobras! Pela estatiza&#231;&#227;o sem indeniza&#231;&#227;o de todas &#225;reas concedidas e leiloadas!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Petrobras 100% estatal, sob controle e administra&#231;&#227;o dos trabalhadores!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Expropria&#231;&#227;o de todos os acionistas privados da Petrobras! Com indeniza&#231;&#227;o apenas aos trabalhadores que usaram seu FGTS e os pequenos acionistas, com limites de indeniza&#231;&#227;o determinados em assembleia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Petrobras somente em territ&#243;rio brasileiro! N&#227;o podemos permitir que a Petrobras cumpra em outros pa&#237;ses o papel das empresas imperialistas que lutamos para expulsar. Que cada pa&#237;s possa ter controle, por via de seus trabalhadores, de seus recursos energ&#233;ticos! Pela expropria&#231;&#227;o da Petrobr&#225;s sem indeniza&#231;&#227;o em todos pa&#237;ses da Am&#233;rica Latina e &#193;frica!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Abaixo o PL 4330! Pelo fim da descrimina&#231;&#227;o dos contratados! Por direitos e sal&#225;rios iguais, do mais elementar como comer a mesma comida, ter as mesmas folgas e EPIs, a mesmos sal&#225;rios e benef&#237;cios! Pela efetiva&#231;&#227;o de todos terceirizados sem concurso (aquele que j&#225; trabalha e corre riscos n&#227;o precisa provar que &#233; apto ao trabalho)!&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>



</channel>

</rss>
