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	<title> Fracci&#243;n Trotskista Cuarta Internacional </title>
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		<title>PSOL &#8211; elei&#231;&#245;es e debates</title>
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		<dc:date>2014-10-01T23:28:17Z</dc:date>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Daniel K&#243;vacs, Fernando Pardal</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject> LER-QI (Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria) do Brasil </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Com pouco tempo e recursos dispon&#237;veis para campanha, Luciana Genro tem aproveitado os debates nacionais para tornar suas posi&#231;&#245;es conhecidas. Ganhou terreno no debate promovido pela CNBB ao se diferenciar de PT e PSDB. No debate do &#250;ltimo domingo, adotou postura moderada em meio a afirma&#231;&#245;es homof&#243;bicas de Levy Fidelix. A candidatura de esquerda com mais visibilidade atrai simpatizantes, mas falha na defesa dos interesses dos trabalhadores e da juventude.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://ft-ci.org/local/cache-vignettes/L150xH100/arton8528-1b46d.jpg?1696392547' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='100' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Com pouco tempo e recursos dispon&#237;veis para campanha, Luciana Genro tem aproveitado os debates nacionais para tornar suas posi&#231;&#245;es conhecidas. Ganhou terreno no debate promovido pela CNBB ao se diferenciar de PT e PSDB. No debate do &#250;ltimo domingo, adotou postura moderada em meio a afirma&#231;&#245;es homof&#243;bicas de Levy Fidelix. A candidatura de esquerda com mais visibilidade atrai simpatizantes, mas falha na defesa dos interesses dos trabalhadores e da juventude.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Uma campanha que n&#227;o esteve &#227; altura de Junho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A candidatura de Luciana Genro foi decidida no come&#231;o do ano, ap&#243;s intensas lutas internas. Em um primeiro momento, Randolfe Rodrigues havia obtido a nomea&#231;&#227;o em congresso nacional do partido, com Luciana Genro como vice. Entretanto, em meio a den&#250;ncias de fraude na elei&#231;&#227;o de delegados, o enfraquecimento de sua base pol&#237;tica em seu Estado (Amap&#225;) e &#227; obstinada busca de Genro pela lideran&#231;a partid&#225;ria, o nome de Rodrigues foi retirado e Genro assumiu o posto em conven&#231;&#227;o, no come&#231;o do primeiro semestre. Decididos os nomes, m&#227;os &#227; obra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em junho do ano passado o Brasil protagonizou uma s&#233;rie de manifesta&#231;&#245;es massivas que abriram um novo momento pol&#237;tico nacional. O impacto foi t&#227;o profundo que obrigou todos candidatos a falarem &#8220;em nome da mudan&#231;a&#8221;. Para os partidos de esquerda, ouvidos mais atentos &#225;s suas ideias. O PSOL, entretanto, n&#227;o mudou uma v&#237;rgula de seu script de elei&#231;&#245;es passadas; apenas aprofundou medidas de adapta&#231;&#227;o ao deplor&#225;vel regime pol&#237;tico-partid&#225;rio brasileiro. Aceitou, mais uma vez, dinheiro de empresas capitalistas. Dando corpo a seu programa de desenvolvimento capitalista com direcionamento estatal (entenda-se, burgu&#234;s), focou sua propaganda essencialmente em den&#250;ncias da pol&#237;tica econ&#244;mica do govermo Dilma. &lt;br class='autobr' /&gt;
A candidatura de Luciana Genro n&#227;o serviu como palanque das lutas oper&#225;rias e populares. Como exemplo marcante podemos citar a greve da USP e das estaduais paulistas, que ap&#243;s 116 dias de um dur&#237;ssimo enfrentamento com reitorias e governos conseguiu impedir ataques estruturais &#227; universidade p&#250;blica, como a tentativa de desvincula&#231;&#227;o do Hospital Universit&#225;rio da USP, e ainda arrancar um reajuste salarial contra a proposta de 0% das reitorias. As candidaturas do PSOL em nenhum momento colocaram como seu eixo fortalecer essa importante luta em defesa da educa&#231;&#227;o e da sa&#250;de p&#250;blicas: pelo contr&#225;rio, &#227; frente dos DCEs da USP e Unicamp, enfraqueceram a luta para priorizar suas campanhas eleitorais completamente por fora desse processo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dois debates, dois resultados: uma mesma ideia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O intricado sistema partid&#225;rio brasileiro &#233; absolutamente antidemocr&#225;tico. Funciona de tal maneira a privilegiar os partidos tradicionais, que defendem a ordem. Genro ganhou destaque no debate realizado pela Confederan&#231;&#227;o Nacional de Bispos (CNBB), no dia 19. O trecho que mais circula na internet &#233; a sequ&#234;ncia de pergunta, resposta, r&#233;plica e tr&#233;plica que teve com o candidato tucano A&#233;cio Neves. O tucano havia terminado uma sequ&#234;ncia de ataques &#227; Dilma, denunciando os casos de corrup&#231;&#227;o mais recentes, com destaque para o caso da Petrobr&#225;s. Ap&#243;s concordar que o governo Dilma e o PT devem ser criticados pela maneira como se apopriam do Estado em benef&#237;cio pr&#243;prio, Luciana Genro remarcou que o PSDB foi o precurssor dessa pr&#225;tica. Lembrou o caso da compra de votos no Senado em 1997 em prol da emenda constitucional que garantisse a reelei&#231;&#227;o. Com vigor e entusiasmo, abra&#231;ou a velha bandeira da &#233;tica do PT pr&#233;-mensal&#224;o. Infelizmente, a candidata n&#227;o aproveitou a oportunidade para denunciar a rela&#231;&#227;o simbi&#243;tica entre o Estado capitalista, seus partidos pol&#237;ticos, os bancos e o crime organizado. A corrup&#231;&#227;o e o crime organizado s&#227;o inerentes ao Estado dirigido pela burguesia, pois &#233; ela a principal benefici&#225;ria dessa rela&#231;&#227;o. Aos trabalhadores, &#227; juventude e ao povo pobre, que ouve busca atentamente uma alternativa pol&#237;tica que defenda de fato seus interesses, ficou somente a falsa ideia de que basta mudar as pessoas que comp&#245;em os organismos do regime pol&#237;tico brasileiro que as coisas ser&#227;o diferentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A repercuss&#227;o obtida pelo desempenho de Genro n&#227;o &#233; tribut&#225;ria da for&#231;a de suas ideias. O espa&#231;o pol&#237;tico para ideias de esquerda depois de junho &#233; crescente. Em meio ao marasmo e &#227; podrid&#227;o pol&#237;tica dos partidos oficiais, refrescar a mem&#243;ria e lembrar que os governos do PSDB n&#227;o devem em nada quanto &#227; corrup&#231;&#227;o aos do PT, ainda mais se diferenciando pela esquerda, &#233; estimulante para aqueles que se sensibilizaram com junho. Mas &#233; absolutamente insuficiente. &lt;br class='autobr' /&gt;
O debate do &#250;ltimo domingo, televisionado pela Rede Record, foi um momento que definiu a interven&#231;&#227;o de Genro. J&#225; no final, a candidata do PSOL perguntou a Levy Fidelix porque algu&#233;m que defende a fam&#237;lia se recusa a reconhecer o casamento entre homosexuais. A resposta de Fidelix foi um ataque aos mais elementares direitos dos homossexuais, uma manifesta&#231;&#227;o homof&#243;bica com incita&#231;&#227;o &#227; viol&#234;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mesa estava posta para uma demonstra&#231;&#227;o de como a esquerda responde a posi&#231;&#245;es como essa. Melhor ainda, em cadeia nacional. O que poderia ter sido um combate frontal contra Fidelix e sua postura digna de defensores de regimes autorit&#225;rios, tranformou-se em mera resposta gen&#233;rica, defendendo o casamento igualit&#225;rio. Perdeu-se enorme oportunidade de desmacarar Dilma e PT, que governam com o apoio da bancada evang&#233;lica, perseguidora das l&#233;sbicas, gays, travestis, transexuais e trasg&#234;neros. Desmascar Marina Silva e seu discurso de &#8220;nova pol&#237;tica&#8221;, mas que define seu programa com os conselhos de Malafaia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O sopro refrescante de den&#250;ncia tanto de PSDB quanto do PT em mat&#233;ria de corrup&#231;&#227;o no debate da CNBB encontrou sua outra face no debate da Record. Luciana Genro defende um projeto pol&#237;tico que prop&#245;e se apropriar das estruturas do regime pol&#237;tico nacional e, a partir da&#237;, realizar transforma&#231;&#245;es sociais e pol&#237;ticas. A quest&#227;o &#233; que esse mesmo regime serve para defender os interesses dos capitalistas. Ter como objetivo principal ocupar paulatinamento os espa&#231;os pol&#237;ticos existentes desarma os trabalhadores o povo pobre para a defesa de seus interesses. A for&#231;a da candidatura de Luciana Genro entre setores importantes da esquerda e jovens que despertaram politicamente ao protagonizar Junho n&#227;o est&#225; em suas ideias. Se econtra justamente no anseio de algo a mais, de uma pol&#237;tica atrelada aos destinos dos trabalhadores e do povo pobre. O PSOL, por&#233;m, n&#227;o est&#225; a altura desse desafio.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>El peso de la bancada evang&#233;lica en la pol&#237;tica brasile&#241;a</title>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Fernando Pardal</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> LER-QI (Liga Estrategia Revolucionaria) de Brasil </dc:subject>
		<dc:subject>Liliana Ogando Calo</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;La entrada en escena de una candidata con fuerte y asumidos v&#237;nculos con la iglesia evang&#233;lica como Marina Silva, y la presencia de un candidato menos expresivo pero imposible de ignorar, como el Pastor Everaldo, pone en primer plano la discusi&#243;n sobre la influencia de las Iglesias evang&#233;licas en la campa&#241;a electoral y en el funcionamiento del Estado brasilero. El peso de la bancada evang&#233;lica en la pol&#237;tica brasile&#241;a&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://ft-ci.org/Liliana-Ogando-Calo-253" rel="tag"&gt;Liliana Ogando Calo&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://ft-ci.org/local/cache-vignettes/L150xH78/arton8503-006a9.jpg?1697300910' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='78' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;El peso de la bancada evang&#233;lica en la pol&#237;tica brasile&#241;a&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;i&gt;La entrada en escena de una candidata con fuerte y asumidos v&#237;nculos con la iglesia evang&#233;lica como Marina Silva, y la presencia de un candidato menos expresivo pero imposible de ignorar, como el Pastor Everaldo, pone en primer plano la discusi&#243;n sobre la influencia de las Iglesias evang&#233;licas en la campa&#241;a electoral y en el funcionamiento del Estado brasilero. El peso de la bancada evang&#233;lica en la pol&#237;tica brasile&#241;a&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En el sistema electoral viciado actual, los pastores de diversas iglesias utilizan listas de prestado para lanzar sus candidaturas. Las iglesias que administran son, en general, empresas muy lucrativas y exentas de pagos de impuestos. En el Congreso, estos diputados y senadores constituyen la llamada &#8220;bancada evang&#233;lica&#8221;, que unifica sus mandatos alrededor de impedir el ejercicio de derechos elementales en nombre de supuestos &#8220;valores cristianos&#8221;, tales como el mantenimiento y ampliaci&#243;n de la criminalizaci&#243;n del aborto, contra cualquier derecho civil a los LGBTT, contra la legalizaci&#243;n de las drogas y la eutanasia. En la actualidad constituyen el 14,2% de los diputados y el 5% de los senadores. Muchos est&#225;n involucrados en decenas de esquemas de corrupci&#243;n entre los cuales el que recientemente gan&#243; transcendencia fue el de Natan Donadon, condenado a trece a&#241;os de prisi&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En nombre de la &#8220;gobernabilidad&#8221; sostenida sobre la base de alianzas reaccionarias y olig&#225;rquicas, todos los gobernantes, independiente de su partido y convicciones personales, se arrodillan frente a las exigencias de la bancada evang&#233;lica, demostrando claramente que hasta la Constituci&#243;n que habla de un Estado laico no deja de ser papel mojado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dilma sigue al pie de la letra las exigencias de la bancada evang&#233;lica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El grado de influencia de la bancada evang&#233;lica es tal que el gobierno de Dilma se someti&#243; sin dudar a su poder, lo que puede ser f&#225;cilmente constatado si recordamos la designaci&#243;n del Pastor Marco Feliciano al puesto del presidente de la Comisi&#243;n de Derechos Humanos del Congreso. Lo que provoc&#243; innumerables protestas de la comunidad LGBTT. El Pastor pretend&#237;a utilizar ese cargo para incentivar la homofobia y el machismo presentes en el Estado, profundizando los ataques que ya existen. EL PT, intentando salvar su imagen frente a los sectores feministas y LGBTT que mantienen ilusiones en el gobierno, hizo declaraciones p&#250;blicas contra el proyecto reaccionario de la &#8220;cura gay&#8221; que propuso Feliciano. Pero quien design&#243; al Pastor en la Comisi&#243;n fue el propio gobierno&#8230;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Adem&#225;s, recordemos el episodio en el que Dilma retrocedi&#243; frente a las protestas de los evang&#233;licos, cuando propuso el lanzamiento del kit anti-homofobia en las escuelas, llamado por la bancada como &#8220;kit-gay&#8221;. La bancada evang&#233;lica toma como bandera para su accionar la defensa de la &#8220;libertad de expresi&#243;n&#8221; y la &#8220;libertad de culto&#8221; en sus Iglesias, para instigar la homofobia entre sus fieles, perpetuando la opresi&#243;n que lleva a cr&#237;menes de intolerancia como ocurri&#243; recientemente con Jo&#227;o Donatti. El poder de la bancada evang&#233;lica es directamente proporcional a la homofobia en Brasil, en uno de los pa&#237;ses con mayores &#237;ndices de cr&#237;menes de intolerancia contra los LGBTT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;En estas elecciones, se mantiene el poder de la bancada evang&#233;lica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ninguno de los candidatos de los sectores dominantes escapa a las &#8220;declaraciones de amor&#8221; a los principios de los pastores. La inauguraci&#243;n del &#8220;Templo de Salom&#227;o&#8221; de la Iglesia Universal de Edir Macedo - que cost&#243; nada menos que 680 millones de reales &#8211; fue palco para que demostraran su inmensa influencia. Enredados en una ovillo de esc&#225;ndalos, que van desde fraudes fiscales hasta la exportaci&#243;n de tierra contaminada al campo de la Universidad de San Pablo Este (EACH), la construcci&#243;n del templo es, en s&#237;, una &#8220;demostraci&#243;n de poder&#8221; de Edir Macedo, quien controla su propia red de televisi&#243;n, la Record, principal rival de la Globo. A la inauguraci&#243;n asistieron Dilma, Alckmin y Haddad para &#8220;prestigiar&#8221; a Edir Macedo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En 2010, la ofensiva de la bancada evangelista garantiz&#243; que Dilma declarara p&#250;blicamente que no har&#225; nada por legalizar el aborto. Dicho y hecho. Millones de mujeres siguen muriendo en el pa&#237;s a causa de abortos clandestinos, y en estas elecciones todos los candidatos ya garantizaron que seguir&#225;n ese &#8220;mandamiento&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En relaci&#243;n a la homofobia, incluso las t&#237;midas concesiones que aparecieron en el programa de Marina Silva para ganarse al electorado LGBTT no resistieron 24 horas al pronunciamiento de uno de los &#8220;todo poderosos&#8221; de las iglesias evang&#233;licas: bast&#243; que Silas Malafaia se pronunciara en su Twitter para que la candidata corrigiera la &#8220;errata&#8221; de su programa, provocando la renuncia de su coordinador de campa&#241;a en estos temas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A&#233;cio, por su parte, asisti&#243; a un evento en el que elogi&#243; la &#8220;gran sociedad&#8221; con las iglesias en la ca&#237;da de la deserci&#243;n escolar en Minas y afirm&#243; que &#8220;todo tiene soluci&#243;n. Si se tiene fe, humildad y se alaba permanentemente a Dios&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La necesaria separaci&#243;n de la Iglesia y el Estado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mientras el Estado contin&#250;e sometido a los dogmas oscurantistas de una u otra Iglesia, no es posible garantizar los derechos de las mujeres y LGBTT. Se est&#225; incluso a a&#241;os luz de las medidas que hace m&#225;s de 140 tomara la Comuna de Paris, en la que los trabajadores, instituyeron la separaci&#243;n entre la Iglesia y el Estado, y confiscaron las tierras de la Iglesia cat&#243;lica. No se trata de prohibir cualquier tipo de religi&#243;n: por el contrario, hoy, en Brasil los que m&#225;s pregonan la intolerancia religiosa contra las religiones afro-brasileras son justamente las Iglesias evang&#233;licas, basadas en supuestos racistas que datan de tiempos coloniales.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lo fundamental es que el Estado reconozca la fe como una cuesti&#243;n de conciencia individual y privada, y que si las Iglesias quisieran mantenerse, que lo hagan de la contribuci&#243;n espont&#225;nea y voluntaria de sus fieles, sin disfrutar de beneficios y regal&#237;as como ocurre hoy, con excepci&#243;n de impuestos y un enorme poder para lograr ventajas, como el d&#237;a Nacional de la Marcha por Jes&#250;s, sancionado por Lula.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La necesaria separaci&#243;n de la Iglesia y el Estado es la base para acabar con el oscurantismo que por detr&#225;s de una m&#225;scara de fe, fomenta el odio y la intolerancia frente a los derechos civiles m&#225;s elementales, como el derecho al aborto o al matrimonio igualitario.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;23/09/2014&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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