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	<title> Fracci&#243;n Trotskista Cuarta Internacional </title>
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		<title>O movimento estudantil franc&#234;s</title>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator> Correspondente desde Paris </dc:creator>


		<dc:subject>Europa</dc:subject>
		<dc:subject>Francia</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Nas &#250;ltimas semanas, foi agregada a entrada em cena do movimento estudantil na prepara&#231;&#227;o da greve do dia 14 de novembro, que na luta contra a lei de autonomia das universidades...&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://ft-ci.org/Articulos-en-portugues" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en portugu&#233;s&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://ft-ci.org/Francia-115" rel="tag"&gt;Francia&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Nas &#250;ltimas semanas, foi agregada a entrada em cena do movimento estudantil na prepara&#231;&#227;o da greve do dia 14 de novembro, que na luta contra a lei de autonomia das universidades (LRU), apoiou desde o come&#231;o aos trabalhadores. Foi um elemento &#8220;inesperado&#8221; para o governo, que pensava ter evitado a resist&#234;ncia estudantil aprovando a lei em plenas f&#233;rias&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb1&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;A LRU, sob a apar&#234;ncia de um mero aumento da autonomia financeira, &#233; na (&#8230;)&#034; id=&#034;nh1&#034;&gt;1&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class='spip_document_569 spip_documents'&gt;
&lt;img src='https://ft-ci.org/local/cache-vignettes/L500xH375/asambleaest-2-005b5.jpg?1703397985' width='500' height='375' alt=&#034;&#034; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rapidamente os estudantes se colocaram de p&#233;: em cerca de tr&#234;s semanas se armou uma greve nacional com 36, das 85 universidades, bloqueadas total ou parcialmente, ou fechadas pela pr&#243;pria administra&#231;&#227;o para impedir a organiza&#231;&#227;o estudantil. Na &#250;ltima ter&#231;a-feira se somaram outras 6 e se estima que em 39 assembl&#233;ias houveram mais de 27 mil estudantes. Em alguns lugares se votou a ocupa&#231;&#227;o para garantir o ativismo durante a greve dos transportes. Se coordenaram nacionalmente com delegados mandatados pelas assembl&#233;ias e incorporaram &#227; pauta de reivindica&#231;&#245;es as reivindica&#231;&#245;es dos trabalhadores e a defesa dos trabalhadores imigrantes &lt;i&gt;sans-papiers&lt;/i&gt; (ilegais).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Est&#225; claro que a luta que derrotou o CPE em 2006 deixou importantes li&#231;&#245;es: &#233; poss&#237;vel fazer o governo retroceder e para isso &#233; chave a alian&#231;a com os trabalhadores. Mas como disse um estudante da faculdade de Saint-Denis tem que &#8220;ir mais al&#233;m da unifica&#231;&#227;o na rua&#8221;. Na &#250;ltima reuni&#227;o da coordena&#231;&#227;o nacional, foi proposto que os estudantes de todo o pa&#237;s bloqueassem as esta&#231;&#245;es de trem em apoio &#227; greve. A import&#226;ncia da entrada em cena do explosivo movimento estudantil se reflete na pol&#237;tica do governo e das dire&#231;&#245;es burocr&#225;ticas. O governo lan&#231;a uma brutal campanha contra um movimento que chama de minorit&#225;rio e controlado pela extrema esquerda, e convoca para a a&#231;&#227;o os setores anti-greve. A ministra da Educa&#231;&#227;o superior considera &#8220;muito importante que todos os estudantes v&#227;o &#225;s assembl&#233;ias&#8221;, incluindo obviamente os que est&#227;o contra os piquetes, trata de organizar plebiscitos com voto secreto ou por Internet para romper a greve, ou diretamente manda reprimir como na faculdade de Nanterre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Uni&#227;o Nacional de Estudantes da Fran&#231;a (UNEF), ligada ao PS, tem um duplo discurso: nas assembl&#233;ias defende a anula&#231;&#227;o da lei e inclusive os piquetes, mas seu dirigente nacional Bruno Julliard declara que considera &#8220;fora de discuss&#227;o&#8221; a anula&#231;&#227;o da lei e se manifesta a favor dos referendos sobre os piquetes. Em rela&#231;&#227;o ao bloqueio das esta&#231;&#245;es de trem, se viu o temor das dire&#231;&#245;es &#227; unidade oper&#225;rio-estudantil, com a UNEF e a juventude do PC se opondo. Nos poucos lugares onde a a&#231;&#227;o foi realizada, como em Rennes, apelaram para a repress&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Assembl&#233;ia de Tolbiac, uma das mais radicalizadas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Assembl&#233;ia Geral (AG) de Tolbiac de ter&#231;a-feira dia 13, com mais de 2000 estudantes o ambiente era de muita revolta. Se colocou a anula&#231;&#227;o da LRU, mas tamb&#233;m se votou o aumento salarial de 140% para os funcion&#225;rios das universidades. V&#225;rios estudantes reivindicaram sua condi&#231;&#227;o de trabalhadores: foi levantado que somente 25% de estudantes dos primeiros anos s&#227;o filhos de empregados ou oper&#225;rios, o que se reduz a 5% nas carreiras (os primeiros anos s&#227;o gerais e depois o estudante escolhe sua especializa&#231;&#227;o - NdT). A reivindica&#231;&#227;o da unidade com os trabalhadores foi uma constante, e foram muito aplaudidas as interven&#231;&#245;es dos ferrovi&#225;rios. Um deles reivindicou a democracia da vota&#231;&#227;o de m&#227;o na AG contra o referendo por Internet que a presid&#234;ncia propunha, foi aclamado quando falou: &#8220;a greve pertence aos grevistas&#8221;. Mais tarde se votou o boicote a tal instrumento. Os da UNEF foram questionados por terem negociados com a ministra. &lt;br class='autobr' /&gt;
O novo &#233; que se falou muito contra o colonialismo, a guerra da Arg&#233;lia e a universidade como reprodutora das desigualdades sociais. Tamb&#233;m se questionou o funcionamento da universidade e se prop&#244;s um governo tripartite, ainda que n&#227;o foi votado. Diferentemente das assembl&#233;ias contra o CPE, se expressou um descontentamento geral mais profundo e a quest&#227;o da lei &#233; importante, mas n&#227;o o &#250;nico objetivo de luta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nanterre, enfrentamento com a tropa de choque&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na segunda-feira dia 12, a dire&#231;&#227;o da universidade fechou a porta que os grevistas haviam mantido abertas e sob controle do movimento, como pretexto para a repress&#227;o. A tropa de choque reprimiu com g&#225;s lacrimog&#234;neo e cacetes. Apesar de todas as manobras e a repress&#227;o para levantar os piquetes na assembl&#233;ia com mais de 1500 estudantes se votou a manuten&#231;&#227;o. As autoridades que pretendiam se reunir n&#227;o conseguiram, enquanto que o comit&#234; de greve reuniu cerca 200 estudantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No dia seguinte houve certa tens&#227;o com os estudantes fura-greves e a dire&#231;&#227;o da faculdade, que terminou atraindo as for&#231;as repressivas. A interven&#231;&#227;o foi mais violenta que a da v&#233;spera, e depois de horas desarmaram o piquete. Mas frente a repress&#227;o, no comit&#234; de greve havia mais de 800 estudantes para organizar os pr&#243;ximos passos da luta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Traduzido por: Clarissa Lemos&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;hr /&gt;
		&lt;div class='rss_notes'&gt;&lt;div id=&#034;nb1&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh1&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Observa&#231;&#245;es 1&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;1&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;A LRU, sob a apar&#234;ncia de um mero aumento da autonomia financeira, &#233; na realidade a abertura a uma privatiza&#231;&#227;o parcial, com um prov&#225;vel aumento das matr&#237;culas, a conseq&#252;ente elitiza&#231;&#227;o das universidades, uma vez que as adapta melhor aos interesses do capital e cria um regime universit&#225;rio mais anti-democr&#225;tico&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
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		<title>El movimiento estudiantil franc&#233;s</title>
		<link>https://ft-ci.org/El-movimiento-estudiantil-frances</link>
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		<dc:date>2007-11-14T00:00:00Z</dc:date>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator> Corresponsal desde Par&#237;s </dc:creator>


		<dc:subject>Europa</dc:subject>
		<dc:subject>Francia</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;En las &#250;ltimas semanas, a la preparaci&#243;n de la huelga del 14 de noviembre se agreg&#243; la entrada en escena del movimiento estudiantil, que en lucha contra la ley de autonom&#237;a de las universidades...&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://ft-ci.org/Francia-115" rel="tag"&gt;Francia&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;En las &#250;ltimas semanas, a la preparaci&#243;n de la huelga del 14 de noviembre se agreg&#243; la entrada en escena del movimiento estudiantil, que en lucha contra la ley de autonom&#237;a de las universidades (LRU), apoy&#243; desde el principio a los trabajadores. Fue un elemento &#8220;inesperado&#8221; para el gobierno, que pensaba haber evitado la resistencia estudiantil aprobando la ley en plenas vacaciones&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-1&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;La LRU, bajo la apariencia de un mero aumento de la autonom&#237;a financiera, es (&#8230;)&#034; id=&#034;nh2-1&#034;&gt;1&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class='spip_document_562 spip_documents spip_documents_right' style='float:right;'&gt;
&lt;img src='https://ft-ci.org/local/cache-vignettes/L500xH375/asambleaest-47763.jpg?1703397985' width='500' height='375' alt=&#034;&#034; /&gt;&lt;/span&gt;R&#225;pidamente los estudiantes se pusieron de pie: en cerca de tres semanas se arm&#243; una huelga nacional con 36 de las 85 universidades bloqueadas total o parcialmente, o cerradas por la misma administraci&#243;n para impedir la organizaci&#243;n estudiantil. El pasado martes se sumaron otras 6 y se estima que en 39 asambleas hubo m&#225;s de 27 mil estudiantes. En algunos lugares se vot&#243; la ocupaci&#243;n para garantizar el activismo durante la huelga de transportes. Se coordinaron nacionalmente con delegados mandatados por las asambleas e incorporaron al pliego de demandas las reivindicaciones de los trabajadores y la defensa de los trabajadores inmigrantes sans-papiers.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Est&#225; claro que la lucha que derrot&#243; el CPE en 2006 dej&#243; importantes lecciones: es posible hacer retroceder al gobierno y para eso es clave la alianza con los trabajadores. Pero como dijo un estudiante de la facultad de Saint-Denis hay que &#8220;ir m&#225;s all&#225; de la unificaci&#243;n en la calle&#8221;. En la &#250;ltima reuni&#243;n de la coordinaci&#243;n nacional, se propuso que los estudiantes de todo el pa&#237;s bloquearan las estaciones de tren en apoyo a la huelga. &lt;br class='autobr' /&gt;
La importancia de la entrada en escena del explosivo movimiento estudiantil se refleja en la pol&#237;tica del gobierno y de las direcciones burocr&#225;ticas. El gobierno desata una campa&#241;a brutal contra un movimiento al que llama minoritario y controlado por la extrema izquierda, y convoca a la acci&#243;n a los sectores anti-huelga. La ministra de Educaci&#243;n superior considera &#8220;muy importante que todos los estudiantes vayan a las asambleas&#8221;, incluidos obviamente los que est&#225;n contra los piquetes, trata de organizar plebiscitos con voto secreto o por Internet para romper la huelga, o directamente manda reprimir como en la facultad de Nanterre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La Uni&#243;n Nacional de Estudiantes de Francia (UNEF), ligada al PS, tiene un doble discurso: en las asambleas defiende la anulaci&#243;n de la ley e incluso los piquetes pero su dirigente nacional Bruno Julliard declara que considera &#8220;fuera de discusi&#243;n&#8221; la anulaci&#243;n de la ley y se manifiesta a favor de los refer&#233;ndums sobre los piquetes. Con respecto al bloqueo de las estaciones de tren, se vio el temor de las direcciones a la unidad obrero-estudiantil, con la UNEF y la juventud del PC oponi&#233;ndose. En los pocos lugares donde se realiz&#243; la acci&#243;n, como en Rennes, apelaron a la represi&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La Asamblea de Tolbiac, una de las m&#225;s radicalizadas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En la Asamblea General (AG) de Tolbiac del martes 13, con m&#225;s de 2000 estudiantes el ambiente era de mucha bronca. La derogaci&#243;n de la LRU se plante&#243;, pero se vot&#243; tambi&#233;n el aumento salarial de 140% para los no docentes. Varios estudiantes reivindicaron su condici&#243;n de trabajadores: se plante&#243; que s&#243;lo el 25% de estudiantes de los primeros a&#241;os son hijos de empleados u obreros, lo que se reduce a 5% en las maestr&#237;as. El planteo de unidad con los trabajadores fue una constante, y fueron muy aplaudidas las intervenciones de los ferroviarios. Uno de ellos reivindic&#243; la democracia de la votaci&#243;n a mano alzada en AG contra el referendum por Internet que propon&#237;a la presidencia: fue ovacionado cuando areng&#243;: &#8220;la huelga pertenece a los huelguistas&#8221;. M&#225;s tarde se vot&#243; el boicot a dicho instrumento. Los de la UNEF fueron cuestionados por haber negociado con la ministra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lo nuevo es que se habl&#243; mucho contra el colonialismo, la guerra de Argelia y la universidad como reproductora de las desigualdades sociales. Tambi&#233;n se cuestion&#243; el funcionamiento de la universidad y se propuso gobierno tripartito, aunque no fue votado. A diferencia de las asambleas contra el CPE, se expres&#243; un malestar general m&#225;s profundo y el tema de la ley es importante pero no el &#250;nico objetivo de lucha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nanterre, enfrentamiento con la tropa de choque&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El lunes 12 la direcci&#243;n de la universidad cerr&#243; la puerta que los huelguistas hab&#237;an mantenido abierta y bajo control del movimiento como pretexto para la represi&#243;n. Los gendarmes reprimieron con gas lacrim&#243;geno y porrazos. A pesar de todas las maniobras y la represi&#243;n para levantar los piquetes en asamblea con m&#225;s de 1500 estudiantes se vot&#243; mantenerlos. Las autoridades que pretend&#237;an reunirse no lo lograron mientras que el comit&#233; de huelga reuni&#243; cerca de 200 estudiantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al d&#237;a siguiente hubo cierta tensi&#243;n con los estudiantes rompehuelgas y la direcci&#243;n de la facultad, que termin&#243; atrayendo a las fuerzas represivas. La intervenci&#243;n fue m&#225;s violenta que la de la v&#237;spera, y despu&#233;s de dos horas desarmaron el piquete. Pero tras la represi&#243;n, en el comit&#233; de huelga hab&#237;a m&#225;s de 800 estudiantes para organizar los pr&#243;ximos pasos de la lucha.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;hr /&gt;
		&lt;div class='rss_notes'&gt;&lt;div id=&#034;nb2-1&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-1&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-1&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;1&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;La LRU, bajo la apariencia de un mero aumento de la autonom&#237;a financiera, es en realidad la apertura a una privatizaci&#243;n parcial, con un probable aumento de las matr&#237;culas, la consecuente elitizaci&#243;n de las universidades, a la vez que las adapta mejor a los intereses del capital y crea un r&#233;gimen universitario m&#225;s antidemocr&#225;tico.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;
		
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